Vereadores de Guaramirim aprovam moção de repúdio contra a arguição de descriminalizar o aborto

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Os vereadores de Guaramirim aprovarão moção de repúdio de autoria do vereador Ramon Castro (PSD) que será encaminhada para o Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Congresso Nacional, contra as razões da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442 ajuizada pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) no Supremo Tribunal Federal, e contra seu intento de descriminalizar o aborto até a décima segunda semana de gestação.
O vereador solicitou que a moção chegue o mais rápido possível ao STF e ao Congresso Nacional, com cópia para os ministros da suprema corte, e que acolham como manifestação de vontade da maioria absoluta do povo brasileiro. “Estamos nos opondo a ADPF 442, visando garantir o direito à vida desde a concepção até o seu ocaso natural, e garantir as prerrogativas do congresso nacional como único legitimado para regular a matéria”.
O vereador Dr. Hélio (MDB) ao comentar a moção disse que sempre foi e sempre será contra o aborto e parabenizou o colega pela moção. O parlamentar criticou os autores da arguição, para ele um feto com três meses já está constituído e tem direito a vida.
O vereador Charles Longhi (MDB) disse que é preciso repudiar sim, “quem é cristão, jamais pode aceitar o aborto, descriminalizar o aborto”. Para o parlamentar é o pior dos assassinatos, porque matam alguém que não consegue se defender. “O crime mais bárbaro é o crime do aborto”. Ele reforçou que se a lei vier a ser novamente discutida, tem que ser pelos representantes legítimos que é congresso nacional, a decisão não pode ser do STF.

Capela Mortuária

O vereador Gerson Peixer (PSDB) não está concordando com as críticas que a igreja católica está recebendo nas redes sócias por fechar a capela mortuária. Disse que a situação se arrasta por muitos anos e a empresa que era responsável pelo local não aceitou a nova proposta feita pela igreja. Ele criticou as empresas que se beneficiam do município e oferecem pouco. Para ele, a culpa não é da administração atual, mas, é preciso encontrar uma solução.

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